Saúde bucal em destaque

Cirurgião Dentista formado pela UFSC, com Pós-Graduação em Endodontia e Ortodontia. Atualmente atende em sua Clínica e trabalha no Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina.

Restaurações “pretinhas”, quando trocar?

Atualmente vários materiais são utilizados para a restauração de um dente. Dentre tantas, uma foi amplamente utilizada e faz sucesso em termos de qualidade até hoje: a restauração de amálgama.

Infelizmente, com o aumento da procura por procedimentos estéticos, vêm se tornando normal a busca da substituição deste tipo de restauração.

Bem, mas a substituição dessa restauração não é tão simples, muito menos indicado para todos os tipos de tamanhos de dentes. A mudança poderá ocorrer por motivos que envolvam o aparecimento de nova cárie, alguma infiltração, fratura da amálgama entre outros fatores.

O ideal é somente realizar a substituição quando houver realmente uma indicação, pois essa troca pode resultar no comprometimento da estrutura, bem como na vitalidade do dente.

Recomenda-se um raio-x do dente para avaliar o tamanho e proximidade da câmara pulpar(nervinho do dente), e assim ter condições de prever o sucesso da nova restauração.

Então anota aí:

– Não substitua restaurações muito extensas com amálgama por restaurações com resinas.

– Se apenas uma parte da restauração com amálgama fraturou, não faça emendas, troque toda a restauração avaliado a possibilidade da resina.

– Para melhorar a estética, a restauração escurecida em amálgama pode ser polida e recuperar a cor inicial.

– Para cavidades extensas, materiais como a porcelana e a zircônia são excelentes opções.

Até mais pessoal!

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